“Eu apendi a sorrir, por que chorar já nasci sabendo.”
“Está proibido abandonar seus sonhos, não importa quantas vezes caia. Levante-se.”
“A gente cuida esperando ser cuidado, infelizmente as coisas não são assim.”
“Pela primeira vez na vida, o velho lutador verficava, com espanto, que se sentia cansado. A chegada dos aviões não representaria nunca a vitoria que termina uma guerra e abre uma era de paz bem-aventurada. Para ele representaria, apenas e sempre, mais um passo, depois de mil outrso passos iguais. Teve a impressão de estar há muito levantando, com todas as suas forças, um fardo enorme: um esforço sem descanso, nem esperança. ” estou envelhecendo…” Ele envelhecia, se de fato já não encontrasse unicamente na ação o seu contentamento. Admirou-se de agitar problemas que, para ele, nunca tinham existido. E, não obstante, chegavam-lhe melancólico murmúrio, todas as coisas boas que sempre afastara de si: um ceano perdido. “tudo isso está então tão perto?…” Compreendeu que tinha feito recuar, pouco a pouco, para a velhice, para “quando tivesse tempo”, tudo o que torna doce a vida de um homem. Como se realmente se pudesse ter tempo um dia, como se se ganhasse, ao cabo da vida, aquela bem-aventurada paz que imaginamos. Mas paz não existe. Talvez não haja vitória. Nâo existe uma chegada definitiva de todos os correios.”
“Não quero pensar, não quero fazer planos, não quero criar expectativas. Quero apenas que os dias passem.”
“Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, têm todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia. E vocês, portadores de nobre inteligência, que fazem com suas perdas?”